Algumas (péssimas) idéias congeladas em nitrogênio.
O começo
Estava deitado na cama quando algo me acordou, fez um estrondo muito alto. Então fui ver o que tinha feito o barulho, não tinha nada lá. Fui tomar banho, depois saí e me vesti. Pus as roupas e saí para comprar o jornal.
Voltei para casa, deitei no sofá e vi um canal de desenhos qualquer. Porém era só para diversão. Duas horas depois eu fui ver meus e-mails, sempre a mesma coisa. Estava muito monótono aquele dia, algo que nunca aconteceu na minha vida. Minha vida sempre fora um pouco agitada, sempre trabalho. Mas naquele domingo foi diferente. Estava em Londres, Inglaterra.
Mais tarde fui estudar o país e sua língua, como tivera dito. Encontrei várias pessoas brasileiras dentro da sala, tinha uma pessoa que não era brasileira: O professor. Tivemos que nos "matar" para falar com professor, mas era até fácil porque a gente já falara inglês um bocado, a única coisa difícil foi o entendimento oral.
Depois de sua aula, fui até o centro de Londres pedir algo para comer, estava com muita fome. Fui em um bar temático brasileiro para sentir mais saudades daquele país, embora nunca goste, mas minha família sempre foi boa comigo, então liguei inteiramente grátis. Comecei um diálogo com minha namorada, a Bruna:
- Oi Bruna!!! Como ta o tempo aí??? Algo de especial pra me contar?- ela estava com uma voz meio roca, mas começou a falar:
- Sim, Daniel. Estou sentindo sua falta, seus beijos!- levantei um breve sorriso.
Legal encontrar a Bruna na casa dela, nunca mudara desde então. Despedi-me. E fui dormir.
No dia seguinte, estava ensolarado! E nunca mais encontrei o Maurício no IM. Devia estar estudando na faculdade. O mais legal é que o Hotel em que me servia tinha computadores para eu acessar, conversar com amigos, parentes e etc...
Queria algo para eu me divertir, não ficar só no hotel. Nem que fosse ver prostituta, estava querendo me divertir.
Peguei a lancha e fui até a França, ver as francesas. Pensava: "Não vou trair a Bruna, não vou!" mas a vontade sexual foi grande então entrei em um prostíbulo e o segurança falou em francês comigo, não entendi então perguntei se ele fala inglês. Não sei porquê mais me deu um chute no traseiro, foi horrível. Peguei o trem para Itália, fui ver da aonde veio minha querida, bela, inteligente família. Os Perfetto.
Pensei: "Será que posso falar inglês aqui? To liberado, será?". Então fui ver o grande, magnífico salão das famílias. Vi um grande símbolo, e nesse símbolo tinha o nome da família perfetto. E perguntei em inglês para os guardas que estavam bem próximo da onde eu estava:
- Hello, I want to know what is this.
- This is perfect in italian.
- Where I see my family?
- What’s your famiglia?
- Perfetto.
- Are you a Perfetto?
- Yes!!!
- Follow me.
Então eu segui o guarda e fui para uma sala, ele me fez sentar em uma cadeira e amarrou-me com a corda.
Eu disse:
- O que é isso porra???!!!
Como ele não sabia português, não respondeu. E me deixou lá. Escutei vozes falando da minha família, mas não escutava o que eles estavam dizendo. Eu tinha um canivete no um bolso então peguei-o e cortei, abri a porta e saí fora do salão.
Minha família envolvida em com a máfia? Impossível. Ou alguém dos meus parentes estavam envolvidos. Olhei para trás estavam correndo atrás de mim com uma arma, eu corri até a polícia local. O policial abriu um diálogo comigo:
- Non han...
Eu falei:
- I don’t speak Italian. I speak English. Many mans was running at me, I don’t know why!
- Where?
- At Family’s Museum.
- It Isn’t a Museum! It’s mafia local!
- I say to they be cause I’m a Perfetto!
- Perfetto’s running out here because of mafia local in 1918.
Não sabia o que fazer, então saiu com o policial até o trem para Londres. Tentou pesquisar pela Internet o que havia acontecido sobre sua família fugir para o Brasil e se esconder.
Não achou nada, só fotografias sobre sua família, mas nada de interessante. Voltou á Itália num bairro onde não havia máfia no local, então tentou descobrir o que havia acontecido. Nada. Nada que interessasse para ele.
Então tentou combater a máfia no local, juntando-se a grupos que faziam passeatas, não adiantou.
Desde então encontrou um velho de cabelos brancos e tinha muito gel no cabelo, Daniel perguntou:
- Hey sir, do you know anything about my family?
- Who are your family?
- Perfetto family.
- What???!!!
- Perfetto’s family!
- It’s my family!
- Are you against mafia?
- No, I ‘m the Mafia!
Fiquei surpreso que alguém da minha família é da máfia, algo que me impressionou, algo que tenho que aceitar para sempre.
Então disse:
- Can I join in your group?
- Yes, you can. My son.
Fui para o intercâmbio em Londres, e ouvi um barulho estranho no trem. Subi e olhei. Tinha algo atrás de mim, um mafioso? Sim. Fugi e me escondi em outro vagão, não me importava se o ladrão pegasse minhas roupas e acessórios.
Desde então, tinha entrado para máfia.
Acessei á Internet e conversei sobre isso com o Maurício, e ele disse que eu sou um pouco doido. E toda Games Rox soube. Tendo o Bruno, Leon, Aline e Marcelo que soube dessa história.
Passeata pela paz
Maurício me ligou dizendo que nunca mais mecheria comigo, e disse que ele pode ficar tranqüilo que nada vai acontecer com ele.
Meus amigos fugiam de mim, qualquer coisa é medo de mim. Não quero ser um mafioso, só lutar pelo direito da minha família.
O senhor de cabelo branco chamado Julio Perfetto me ligou dizendo que minha missão é ir na casa da máfia da família Jogna. Mais uma vez peguei o trem e fui até a casa do pobre homem Julio. Ele me deu uma arma e fui até onde era o pedido. Não sei se eu podia matar um homem, mais minha raiva soltava cada suspiro, não estava com medo então abri um diálogo com o porteiro:
- Quero saber dos Jognas!
- Quem é você?
- Não te interessa!
Dei um tiro no meio da testa do pobre homem e fui até o apartamento indicado, toquei na porta e um sujeito abriu, não tive medo do coitado e não deixei ele falar fui até ele e dei um tiro no peito.
Vi alguns documentos e peguei eles e desci rapidamente, tinha dois homens lá com metralhadoras, fui escondido e fiz um de refém e matei ele e em seguida eu atirei no outro.
Fui até a casa do Julio e dei os documentos para ele. Ele disse:
- Obrigado meu filho. Agradeço muito!
- De nada...
Voltei novamente para o intercâmbio, só que não havia nenhum problema. Liguei para a Bruna:
- Bruna, alô?
- Aqui... Eu acho que vou para a Europa daqui um dia.
- É sério???
- Sim.
- Venha logo!
Dois dias se passaram, e Daniel estava esperando a Bruna, então Daniel visualizou ela. Eles se beijaram e o Daniel disse:
- Oi Bruna, senti sua falta!!! Quantos meses vai ficar aqui?
- Uns dois dias!
- Ah, que pena!
A Bruna deitou em cima de Daniel e começou tirar as roupas dele. Daniel pegou preservativo e depois eles fizeram amor.
A morte
Daniel voltara para o intercâmbio, estudou muito lá. Depois, voltou para o hotel para ver a Bruna, quando voltou, ele encontrou ela morta.
Daniel gritou:
- Nããããão!!! Quem fez isso???
Daniel sabia que só uma pessoa podia analizar isso. Só uma pessoa que tinha conhecido faz anos. Maurício. Ligou para ele aquela noite:
- Joe... A Bruna morreu.
- Vai ficar sem sexo?
- Cala-boca, Joe. Me ajude a solucionar este mistério.
- Você não estava envolvido com a Máfia?
- Sim. - Daniel olhou no espelho com uma cara triste.
...
No dia seguinte, Joe veio com seu Lap-top da Intel que tem um programa que analiza digitais.
Daniel disse que não precisava ajudar tanto, mas Joe disse que vai precisar de férias na Europa para fazer turnês e tudo isso dependendo do dinheiro do intercâmbio, tive de dizer que ele estava aqui para me ajudar com os estudos e inglês que havia alcançado.
- Pois é, Isqueiter.
- O que há? Descobriu algo? - seus olhos estavam arregalados para o Lap-top.
- Não consigui verificar as digitais porque há um erro no sistema daqui. Melhor você procurar.
- O que?
- Foi o que eu disse. Se quiser uma revanche eu mato ele procê...
- Faria isso?
- Eu matei Papai-Noel, quem é melhor para fazer isso?
- Bom, então tome cuidado.
- Pode deixar!
Então Joe foi parar no centro de pesquisa de DNA e Digitais da Inglaterra e Europa. Pesquisou e viu quem era, um capanga de uma grande máfia.
Pensou, pensou... Até achar um meio.
Maurício foi á loja de fantasias e foi de garçom até a casa do sujeito e disse:
- Olá. Posso entrar?
- É vendedor?
- Não. Ofereço comida da França de graça para o senhor. - com um sotaque torcido para o francês.
- Pode entrar! - os olhos do sujeito se arregalaram.
O sujeito que Daniel procurara era um gordo que era careca e fanático por comida. Joe virou para o moço e disse:
- Toma sua comida!
E enfiou a faca no peito do coitado.
...
Decisão é do povo... Continua?
[Update, por Fronga]Mudei o layout pra um mais visualmente agradável.
Imagine-se numa situação, em que, ao entrar no quinto sono, o telefone toca. Você acorda, vira pro lado, vê o diabinho fazendo um escândalo. Dá-lhe uma porrada, fazendo-o cair no chão. Você se lembra: é policial, está num caso e esperava por uma informação importante. Levanta-se da cama, abaixa e pega o celular. O escandaloso parou. Você pensa em olhar o identificador de chamadas e ligar para o último número que havia lhe telefonado.
Um problema: o telefone era bloqueado. O número não aparecia no display.
Você sibila alguns palavrões, coça o nariz, limpa os olhos e olha o horário no celular. São 5:34!
Perdera o sono. Queria levantar, mas não conseguia. A preguiça o impedia. Fez um esforço, levantou-se e foi em direção ao banheiro.
Um vento frio entrou no quarto. Sentiu um arrepio. Continuou andando. Sentiu um calorzinho no pé direito. Gostou e parou. Ficou ali parado um tempinho, até olhar pra baixo: cocô de seu cachorro. Tentou falar uns palavrões, mas não conseguiu. Escorregou e caiu sentado bem em cima da merda fresquinha.
Conseguiu: falou os palavrões que tentara antes. Fitou o cachorro. O bicho correu pra longe. Não se importou. Cuidava deles depois. Tinha de limpar o pé e o pijama, depois do incidente, cheios de merda.
Levantou-se e foi ao banheiro. Limpou os pés, jogou as roupas cagadas no chão do box e, ao abaixar para lavá-las, escorregou. Bateu a cabeça na torneira. A dor não foi tão forte.
Pegou a mangueira, jogou um jato d'água na merda, viu-a escorrer para dentro do ralo.
Lavadas suas roupas, colocou-as dentro da pia. Voltou ao box e notou a água avermelhada. Pôs a mão na cabeça e viu que o acidente com a torneira era um pouquinho mais grave. Tempo depois, o sangramento havia parado. Terminou o banho e vestiu-se.
Você, ao vestir-se, nota os dejetos do animal, que haviam, momentos antes, proporcionado um certo prazer, e, em seguida, nojo. Então, você já limpando a merda, escorrega. Tenta evitar o inevitável, mas murphy impede. Sente as fezes do cachorro espalhando-se em seu rosto, como em slow-motion.
Após limpar-se, você volta ao quarto e termina de limpar a cagada do cãozinho, que, assustado com o barulho feito do tombo na merda, viera ao quarto ver o que se passava. Você olha o cão, puxa-o pela perna, e leva-o à janela, jogando-o no gramado.
6h, você vai a cozinha, toma café, depois de chupar um cubo de gelo, já que ao tomar um pequeno gole, queimou a língua. Em meia hora, você termina seus afazeres e resolve sair um pouco, antes de ir ao trabalho. Abre a porta e tropeça no cachorro que se pôs a dormir ali no tapete, depois de ser jogado pela janela. O cão corre para dentro de casa, após ser chutado na barriga.
Você entra no carro, liga-o, acelera e sai da garagem arranhando a porta. Ao menos conseguiu evitar a lixeira.
Você vai à praia. Passa com o carro pela avenida, porém distrai-se com uma garota, na areia, de biquíni, e não vê que o caminhão em sua frente havia parado, batendo com o carro neste. Uma bancada de mármore, que estava na caçamba do caminhão, caiu no capô de seu carro. Você xinga a mãe do motorista do caminhão, que continua batendo com a cabeça no volante por ter que pagar o prejuízo da bancada quebrada. Você abre a porta do carro, mas não repara que outro caminhão vem na pista ao lado e arranca sua porta, e por pouco não leva seu braço. O motorista do caminhão, ao escutar o barulho, olha pela janela e vê você agachado ao lado do carro.
Você resolve, passado o susto, xingar o motorista cara-a-cara. Enquanto anda até a cabine, continua xingando a mãe do infeliz, mas para repentinamente ao descobrir que o filho duma rapariga de instantes atrás é um armário. Um armário não, um closet inteiro. Você prima por sua segurança e saúde, parando de xingar ele e sua, a partir de agora, respeitável mãe. Seu plano não deu muito certo: o motorista ouviu seus comentários sobre a reputação de sua mãezinha e sobre sua sexualidade. Ele sai da cabine, lhe puxa pela gola e pergunta como você quer morrer. Você clama por piedade, depois d'ele lhe jogar ao chão, perto da roda. Sorte sua. Você é rápido. Começa a correr para a areia, mas tropeça. O motorista te alcança e te enche de porrada e vai embora.
Enquanto você agoniza no chão, chegam alguns pivetes e roubam suas calças, com a carteira dentro. E o pior é que você ia pagar um empréstimo que devia a um agiota, que já estava lhe ameaçando de morte.
Tempo depois, você está no carro, já com suas calças, largadas pelos delinqüentes infantis a alguns metros de você. Você acha melhor ir logo para o trabalho, na tentativa de evitar que mais coisas desagradáveis lhe acontecessem.
No caminho, você repara que no topo de um prédio há uma pessoa. Parece que vai se jogar. Você para o carro, sai e passa pela multidão que olhava pra cima, metade gritando para o suicida fazer o que pretende. Você sobe até lá, enquanto, pelo celular, chama os bombeiros. Chegando lá, identifica-se e tenta conversar com o candidato a presunto. Você consegue evitar que o coitado olhe para baixo, enquanto os bombeiros aprontavam uma rede lá em baixo. Você então propõe descerem e conversarem lá em baixo. O suicida está decidido que quer pular. Você então diz que vai com ele, agarrando e levando para a beirada. Você tomba pra trás levando o ex-futuro cadáver. Os bombeiros conseguem colocar a rede na posição que vocês cairão. Sem problemas. Vocês são amortecidos. E um pedaço de reboco do prédio, chutado por você na hora de pular, também é amortecido, não pela rede, porém por sua perna. Por sorte, a ambulância dos bombeiros estava preparada.
Após uma hora no hospital, removendo pedaços de reboco de sua perna esquerda, você sai engessado, mancando e meio dopado. Um enfermeiro, maior que o motorista do caminhão havia lhe imobilizado e injetado alguma coisa que te acalmou bastante, já que a dor pelo pedaço de cimento perto da virilha impedia que você deixasse sua perna parada. Você não pode dirigir, então chama um táxi. Chegando no trabalho lembra que sua carteira havia sido roubada. Pede então para que esperasse que ia pegar dinheiro dentro da delegacia. Você foi. Com dificuldade, sobe a escadaria da frente. Pega o dinheiro emprestado com um colega e volta para pagar o taxista. Você toma bastante cuidado ao descer as escadas, mas no último, e miserável, degrau, um escorregão. Você bate com a cabeça no mesmo lugar que a torneira havia lhe machucado. O sangramento começa. Seus colegas então, correm para lhe socorrer. Põe-lhe de volta no táxi e levam para o hospital. Lá, depois de tratado, descobre que levou 17 pontos. Seus colegas o aconselham a voltar pra casa. Você não quer. Acha melhor trabalhar para evitar problemas.
No trabalho, você passa horas tentando analisar algumas informações do caso que está trabalhando, mas não consegue. As dores na cabeça e perna atrapalham. Você, além disso, a cada 10 minutos vai tomar um café, que algumas horas depois, junto com uma rosquinha velha que havia comido, resultaram num problema intestinal que o levaram correndo e tropeçando ao banheiro.
Meio desajeitado, você consegue fazer o que precisava. O difícil foi limpar-se. Mas ao fim, correu tudo bem. Exceto um escorregão que levou sua boca de encontro à torneira. Você se recompõe e vê no espelho: dois dentes quebrados.
Você grita todos os palavrões que conhece. Xinga de cadela caolha a mãe do servente, que deixou o chão molhado. Volta pra sua mesa carregando os dois pedaços de dente que conseguiu salvar de dentro do ralo.
Voltando pra casa, você passa pelo lugar onde machucou a perna e vê que seu carro estava sendo roubado. Você deixou-o aberto e com as chaves no painel. Você começa a chorar. Seu dia está uma merda. Queria chegar em casa.
Chegando em casa, você pega o dinheiro, paga o taxi e vai preparar algo para comer. Faz seu prato, coloca no microondas, põe em cima da mesa, pega os talheres e come.
Você vai para a sala, liga a televisão, senta no sofá e relaxa. Vê o cachorro chegando perto. Agora já não estava tão nervoso. O cão sentou-se ao seu lado. Você começou a acariciá-lo até que ambos adormeceram.
Uma hora depois você acorda assustado e vai pro quarto.
No caminho, um calor no pé.
Não resolvi nada para vir postar aqui alguma coisa, pois algo está acontecendo com o Joe.
Ele está tendo admiradoras secretas, mas conhecida como "Admiradora Secret".
O que ela diz dele?
"Mestre Tululu. Você é muito lindo, quer namorar comigo? Beijo, muitos beijos!". Nós teremos mais despesas porque o mestre vai ter de gastar com essa aí... Ihhh, droga... Teremos mais despesas na esmolinha... Snif...