Algumas (péssimas) idéias congeladas em nitrogênio.
Em breve...
Eu tenho medo, eu estou tão nervoso e ao mesmo tempo minhas pernas estão tremendo. Uma coisa inexplicável esta acontecendo neste momento, medo de amar. Medo alguém parar o mundo só por causa de alguém, ou de alguma crítica. Medo de estar ao seu lado, não é medo, é raiva, desespero e não-amizade.
Encontrar você, irei, com uma condição, eu farei. Nervos á flor da pele, eu sinto, eu sei que você desmentiu que fosse minha irmã, mas acho que vou ter que te largar na escuridão por um motivo: A raiva, a vingança.
Você me ensinou viver, me ensinou odiar, e ao mesmo tempo, escrever tais poemas.
Acordo, vejo alguma coisa na televisão, algo como uma pessoa se jogando do prédio, terrorismo, mas porque pessoas fazem isso? Não devo fazer, como você me ensinou a fazer. Você me ajudou em tantas situações, mas nesta, está tudo mais claro, mas simples, e menos complexo, como devo citar.
Algo que me fez rir e ao mesmo tempo chorar, acho que devo dar este poema á todas as pessoas que me fazem mal, e espero que vire do avesso esta história e me trate bem.
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Devo dar este poema á minha irmã.