Algumas (péssimas) idéias congeladas em nitrogênio.
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Como disse: Dê meu pão de cada dia!
"Aos teus pés, posso fazer qualquer coisa. Beija-los, massagea-los, qualquer coisa para ter você. Algo especial que me faz crer, algo especial que me faz acreditar que existe alguma chance entre nós que faz brilhar o mundo. Que nunca mais brigue comigo, nunca mais seja grossa comigo, quero algo que faz você relaxar. Algo que te acalma, brilhando o teu olhar."
Esta é a primeira crônica que escrevo, esta cheia de erros de português e não é muito boa, mas se gostarem ou não deixem um comentario, vai fazer muito bem ao meu querido EGO.Um cronista de merda
No cérebro de John existiam 2 pessoas, ele, ele mesmo e sua mãe morta. No que essas personalidades aumentavam o risco dele ser despedido, mas o que não entendia mesmo é a mãe estar na cabeça dele, o que se passava era três pessoas diferentes, desde quando nasceu existia esse problema na cabeça dele, os amigos dele chamavam ele de retardado mental, ou ambulante-preciso. Viveu pouco tempo, uns 46 anos, quando morreu deixou ao seu filho o mesmo problema. Com quatro personalidade na cabeça do filho, seu pai John, sua vó, ele, e ele mesmo.
Nas alturas genéticas possíveis o médico receitou para ele dormir o final de semana inteiro, no que também receitava ficar acordado a semana inteira e descontar no fim de semana. Quando foi acordar, teve altas dores de cabeça. Pensava: "Será que o doutor acertou meu problema genético? E porque tenho que ter quatro personalidades??? Por quê não posso ser eu mesmo???".
Um problema de alto risco para vida de Ruiver, o que não entendia porcaria nenhuma, problema genético? E quando as minhas quatro personalidades ficam ativas? Essas perguntas na mente de Ruiver não deixavam ele relaxar um momento, e isso não é o que médico queria?
Parte 2 em breve...
| Ae tipo a parada eh a seguinte,pa vcs num falarem q eu nunk posto nada vo escreve alguma melek aki, qem gostar comenta, qem num gostar q se f.... A Mudança O homem voltou à sua terra natal e achou tudo mudado. Até a igreja mudara de lugar. Os moradores pareciam ter trocado de nacionalidade, falavam uma língua incompreensivel. O clima também parecia diferente. A custo, depois de percorrer avenidas estranhas, que se perdiam no horizonte,topou com um cachorro que também vagava,inquieto,em busca de alguma coisa.Era velhíssimo, um animal sem trato,que parou à sua frente. Os dois se reconheceram:o cão Piloto e seu dono.Ao deixar a cidade,o homem abandonara Piloto, dizendo que voltaria em breve, e nunca mais voltou.O animal inconformado procurava-o por toda parte.E conservava uma identidade que talvez só os cães consigam manter,na Terra mutante. Piloto farejou longamente o homen,sem abanar o rabo. O homem não se animou a acariciá-lo. Depois, o cão virou as costas e saiu sem destino.O homem pensou em chamá-lo,mas desistiu. Afinal reconheceu que próprio tinha mudado, ou que talvez só ele mudara, e a cidade era a mesma, vista por olhos que tinham esquecido a arte de ver. |
Como é costume meu, vou dar um intervalo e escrever um textinho que não vale nada só pra contrariar vocês...
"Aonde eu for, estarei com você. Não importa o que as outras pessoas digam, sempre estarei em teu coração. Os seus batimentos cardíacos estarão á mil, por hora, e eu estarei esperando porque uma hora ele vai parar e com certeza terei que esperar mais uma vez."
Agora vamos á segunda parte da Histórinha do Tio Zekkys...
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Seus pensamentos estavam parados e seu cérebro parou de funcionar um momento, foi deitar na cama, acabou dormindo.
"Não quero perder você, não quero perder você... Não quero perder você" Como se fosse milhões de vozes gritando isso, o porque não existe, uma explicação também... Acordou e olhou para o relógio onde se marcava 5:01. Foi beber leite, encontrou sua sobrinha acordada assistindo televisão quando ela derrepente falou algo:
-Foi você que matou ela... Não foi?
Jekkys olhou estranhamente e disse:
-Não vamos discutir sobre a morte dela não é? Ela se matou...
Uma menina simpática de pijama e com olhos ofegantes, e seu irmão desceu pelas escadas falar algo:
-Hey, por que vocês estão aqui? Não tá na hora de acordar, estamos de férias fala sério...
Tio Zekkys não simpatizava com aquele modo de falar de seu sobrinho, apesar de que o sobrinho era sério e intelectual.
"Foi você, foi você!
Cápitulos anteriores:
Parte 1
Tio Zekkys estava no porão vendo suas antigas coisas, quando repara em uma foto que estava sua ex-esposa que está falecida, olhando intensamente um movimento rápido ele percebeu, então foi ver o que era. Ele estava assustado quando viu na janela algo muito rápido passando, foi até ela, abriu e nada. Voltou ao porão a luz caiu, percebeu novamente um vulto rápido de mais, tentou acender a luz mas não acendia. Foi até a sala, a televisão estava ligada, foi desligar, foi até o quarto de seu sobrinho que foi lá para passar umas semanas e deixou seu beijo de querido tio, foi ver sua esposa (atual) e ela não estava na sua cama, foi ao banheiro (Músiquinha de suspense) e viu sua esposa (atual) morta na banheira, não sabia o que fazer então saiu correndo.
Pode ver que na semana que vem eu postoooo mais!
(Luís Fernando Veríssimo)
- Pai...
- Hmmmm...?
- Como é o feminino de sexo?
- O quê?
- O feminino de sexo.
- Não tem.
- Sexo não tem feminino?
- Não.
- Só tem sexo masculino?
- É. Quer dizer, não. Existem dois sexos. Masculino e feminino.
- E como é o feminino de sexo?
- Não tem feminino. Sexo é sempre masculino.
- Mas tu mesmo disse que tem sexo masculino e feminino.
- O sexo pode ser masculino ou feminino. A palavra "sexo" é masculina. O sexo masculino, o sexo feminino.
- Não devia ser "a sexa"?
- Não.
- Por que não?
- Porque não! Desculpe. Porque não. "Sexo" é sempre masculino.
- O sexo da mulher é masculino?
- É não! O sexo da mulher é feminino.
- E como é o feminino?
- Sexo mesmo. Igual ao do homem.
- O sexo da mulher é igual ao do homem?
- É. Quer dizer... Olha aqui. Tem o sexo masculino e o sexo feminino, certo?
- Certo.
- São duas coisas diferentes.
- Então como é o feminino de sexo?
- É igual ao masculino.
- Mas não são diferentes?
- Não. Ou, são! Mas a palavra é a mesma. Muda o sexo, mas não muda a palavra.
- Mas então não muda o sexo. É sempre masculino.
- A palavra é masculina.
- Não. "A palavra" é feminino. Se fosse masculina seria "o pal..."
- Chega! Vai brincar, vai.
O garoto sai e a mãe entra. O pai comenta:
- Temos que ficar de olho nesse guri...
- Por quê?
- Ele só pensa em gramática.
Nada como abrir um blog, voltado, principalmente, pra crônicas com Veríssimo.
Veremos no que isso vai dar.