Algumas (péssimas) idéias congeladas em nitrogênio.
Fiz esse post só pra atualizar o blog. Além do mais, ele esta abandonado. E decidi que não irei mais postar no meu outro blog, dedicarei meu tempo a esse, só a esse.
Todas as colunas serão mensalmente feitas, mas as colunas têm que ter contento divino, pois, se não obter, os leitores não irão gostar, certamente.
Primeiramente:
*Haverá mudanças;
*Haverá mais textos, de certo;
*Haverá menos idiotas (Tais como Hellkoala que nunca postou mais aqui);
*E terá mais ‘Máfia’.
Espero que gostem das mudanças,
Colunista.
Se uma velha tem 3 pernas ela é considerada anormal...
Ninguém sabia que Daniel havia uma irmã. Uma irmã legítima que por acaso saiu da vida ocasional dos Perfetto - ela era veterinária - carreira estranha para a vida da família na Itália. Preferiu não sair do Brasil, cuidar de animais, no Rio de Janeiro. Ela havia curado dezenas de animais, nunca fez morrer um animal, seus tratos eram muito carinhosos, porém havia alguns clientes que nunca pagavam as contas. Esses "clientes" eram alguma espécie estelionatário, não sabiam que estavam mexendo com a máfia toda mais o Maurício.
Numa tarde silenciosa, a pequena irmã chamou Daniel pelo telefone:
- Alô, irmão?
- Oi... Irmã?
- Quem mais poderia ser? - ela diz rindo.
- Não, é que tão me... - diminuí a voz e disse - perseguindo.
- Mas... O que?
- Isso... O que quer saber?
- É que tem clientes que não me pagam.
- O que?! Vou logo praí! Vou chamar o Maurício também.
Desliguei o telefone e liguei novamente, liguei para o Maurício, ele atendeu com uma indisposição e falou:
- A-alô?
- Alô, Maurício?!
- Porra, você não tem noção do tempo não, moleque? São três horas da manhã!
- É que não andam pagando minha irmã...
- O que?! E eu com isso?!
- Ela tá pedindo ajuda...
- E que tipo de ajuda?!
- É que ela quer -- fui interrompido por ele:
- Tá, já sei. Mas num tinha outra hora pra ligar?
- Até que tinha... Ah, tchau!
- Vá se foder, amanhã tô aí em São Paulo...
- Não, é no Rio mesmo. Ela trabalha aí!
- Então, é mais fácil... Tchau!
---
No dia seguinte...
Acordei, pûs as roupas e fui até o Rio, até o bairro em que minha irmã mora. Chegando até lá pedi informações dos clientes que não pagam, expliquei ao Maurício o plano que ia fazer e nós fomos alugar um carro.
- Fica nesse ponto aqui! Rio de Janeiro é grande, filho!
- Mas não é tão grande como São Paulo.
- Mas sua capital num vai mais existir daqui um ano, filho. E você vai junto!
- Eu sei, porque tá dizendo isso de novo?
- Pra me deixar feliz!
- Okay. Podemos discutir isso daqui dois dias, ou três, talvez...
- Vamos ao plano. Eu irei ficar dentro do carro, com a minha AK-4; você vai até lá e convence os caras pagarem tua irmã, com uma faca e uma shotgun. Tente se concentrar com a faca, se eles reagirem, logo pegue a shotgun, certo?
- Certo. Pronto?
- Pronto!
Fomos até o local, eu estava com medo. Peguei minha shotgun, faca e meu colete que estavão dentro do carro. Subornei o porteiro com uma quantia enorme e entrei. "Puta que o pariu, eu não vou conseguir e se tiver seguranças dele lá?", pensei. Entrei no elevador, subi o prédio até o andar 16. Toquei a campaínha e me escondi ao lado. Ding Dong, escutei. O cara abriu a porta e falou:
- Quem é? - eu disse:
- Sou eu, seu porra. - peguei a faca e pûs no pescoço dele e continuei a falar, a falar baixo:
- Você não paga contas à minha irmã? Ela é veteniránia... - suspirei. Ele disse:
- E que tem isso? Seu filho-da-puta!
- Eu sou filho-da-puta??? Pague as contas, seja aqui ou no inferno...
- Não sinto medo de você. Você é um garotinho!
Enfiei a faca na garganta dele, a faca atravessou o outro lado da garganta. Entrei no apartamento e vi algumas coisas, mas nada além de objetos. Vi um contrato e peguei ele. "Depois leio em casa... Como vou sair desse prédio sem ser percebido? Ah, eu comprei o porteiro, ele num conta pra ninguém.", pensei.
Fui até a saída, abri a porta. Vários policiais investigando, tive de me esconder. Olhei pra janela e não vi Maurício... Peguei a shotgun e fui pelos fundos. Pulei o muro, entrei na casa e vi a família assustada. O pai da família disse:
- O-oque você-ê que-er? - assustado pela shotgun - eu disse:
- Não vou machucar ninguém... Pois, se alguém contar pra polícia que vim parar aqui, todos vão sofrer. Ok? - todos concordaram - disseram:
- Ok.
A família era de classe média-alta, uma televisão plasma pequena e TV acabo. "Poxa, ainda bem que vim parar aqui.".
Enquanto usava o banheiro deles, ouvi uma conversa entre a mulher e o marido, o marido disse:
- Porra, mulher! Ajuda! Aonde tá a arma? - a mulher nervosa - disse:
- Num sei. Acho melhor não machuca-lo, pois, ele também está armado. - o marido retrucou:
- Não, teremos que salvar-nos desse maluco. Esse bosta pense que é quem?
Abri a porta, peguei a shotgun, dei 2 tiros na cabeça dele. Fui ver se esta morto, peguei um garfo e enfiei nos olhos dele. Virei pra mulher e disse:
- Não mato a senhora. Poderia matar, mas tenho dó dos filhos que você tem. Viver sem mãe não é fácil... Até quando ela demora ao vir do mercado, entendeu?! Mas se alguma coisa acontecer comigo, terá os seus olhos na chapa quente, e sua bunda estará vendida para algum sex shop perto daqui. Tá certo? - ela balançou a cabeça como se fosse um sim.
Enquanto havia deixado o querido marido dela, todo ensanguentado, pensava só em uma coisa: Proteção de si mesmo. Porém, não sabia onde Maurício estava. Enquanto ele fugira, Daniel se escondera.
No dia seguinte me despedi da vítima e confiei em neles para prometer que nunca conte para ninguém que eu havia passado a noite aqui. Foi tanto mesticuloso sair da casa da vítima, porque matei o pai das crianças, para me defender. Era melhor ter morrido ao invés de matar alguém que era importante, eu estava, naquele momento, havendo remorsos por ter matado um pai de família, um exemplo para sociedade.
Voltando para casa, eu fui logo falar com Maurício:
- Ô seu porra! Porque havia me deixado lá com os "tiras"?
- Para salvar minha pele. A sua pele não importa.
- Mas pra quem você tá trabalhando mesmo?
- Ah, você. Mas é minha vida! - desliguei o telefonema de raiva.
Não podia confiar em ninguém, pois todos não eram confiantes para Daniel. Precisava saber quem deu o telefonema para a polícia e mandou eles irem pra lá, mas quem poderia ser? Maurício, não. Ele fugiu de lá por causa disso. Irmã? Impossível, ela pagou por isso. Mas quem foi o culpado?
"Quem foi o desgraçado". Disse. Sentei em uma cadeira e começei ter pensamentos morambolanes, idéias, mas tudo sem sentido. Fui até a região onde estava e comecei falar com o porteiro:
- Você sabe quem avisou a polícia?
- Não. Só vi um moço com um celular no ombro, apoiando-o.
Cheguei à uma breve conclusão, havia um homem com um celular. "Que ótima dica!", pensei sarcasticamente.
Um estranho ligamento, eu atendi:
- Alô... Quem fala?
- Aqui é quem chamou a polícia. - tinha uma voz de mulher - eu disse:
- Quem é? - ela desligou na minha cara. Notei que a voz era da minha irmã, voltei para casa e vi ela sentada.
- Foi você, irmã?
- Não!
- Você ligou?
- Sim!
- Ué... Não estou entendo suas palavras!
- Não posso te contar...
- Vou ter de te matar... Certo?
- Mas -- eu interrompi, fechei os olhos e meti uma bala na testa dela. Não consiguia olhar, fui até a porta. Chorei... Chorei...
Voltei à casa e liguei para o Maurício:
- Eu soube quem ligou para a polícia...
- Quem foi o filho da puta?!
- Filha... Filha da puta, foi minha irmã...
- Meu Deus, o que fez?
- Matei ela...
- Não podia ter feito isso. Ela é da sua família, burro.
- Mas não pude conter!
No dia seguinte fui até a casa do Maurício. Ele disse:
- Não foi sua irmã...
- Não?
- Fui eu... - antes de eu falar ele sacou uma arma e me deu na testa.
- Agora sabe quem é quem na história. Antes de me chamar pra máfia, ele arruinou minha vida, a minha namorada me largou, meus pais me ignoraram e tudo ficou na merda, ele teve o que merece.
Naquela noite em que esperei por tanto meu presente, lembro a data do dia, 25 de dezembro. Mas nada estava ao lado da árvore. Não sei o porque. Tentei descobrir o que fez Papai Noel que creio, estava morto naquele tempo. Tinha uns 7 anos, era pentelho pra caralho, creio eu que botei um gatinho no microondas pra ver se ele explodia, eu fiquei quase 2 anos sem TV e sem meu videogame.
Teve um dia, até, que peguei várias formigas e coloquei álcool, fui até a cozinha, peguei um fósforo e coloquei no pote em que as formigas estavam, por pouco, me queimei. Queimei a casa toda e saí de dentro rapidamente, “Ainda bem que minha mãe não está aqui!”, pensei.
Na sala de aula eu colei um chiclete na bunda da professora, todo mundo riu. Ela virou e disse:
- Quem foi o porra que colou chiclete na minha bunda?
Todo mundo apontou pra mim e eu disse:
- E se fui eu? Vai fazer o que? Mamote de teta caída.
Ela pegou o tamanco e atacou na minha cabeça, desviei, peguei meu lápis e ataquei no pescoço dela. Ela caiu durinha, todo mundo se assustou, chequei a respiração dela e vi que não estava respirando direito. Ajudei ela a se levantar e levei até a enfermaria da escola. A enfermeira perguntou quem fora que fez isso, eu disse que foi o Marco Antonio. O Marco Antonio foi expulso da escola, quando era hora da saída, ele veio e me deu um soco, peguei um pedaço de madeira com um prego no final e dei na cabeça dele. Todo mundo estava em volta dizendo “Treta! Treta!”; porém não entendia o que era treta. Ah, na adolescência eu fui preso por homicídio, roubo, furto e por possessão de maconha. Bons tempos, aprendi várias coisas na prisão, quando saí de lá, matei um professor e um policial. Mas ninguém soube de nada! Depois me casei com uma ruiva e fui morar em Ajksleden, Irlanda. Estou aqui escrevendo esse texto e mandei para um publicador, acho que o nome dele é Isqueiter, ou qualquer coisa assim. Bom, essa é minha história e que isso se torne um best-seller como alguns americanos dizem. Ah, num vá esquecendo que a minha matéria preferida é português e por isso escrevo direito!
Marco Antonio.
...
Se isso lhe causar algumas dores de cabeça e remorsos, avise-me pelo MSN Messenger que tenho uma cura pra isso.
Isso é um post-merda para dar um tempo ao trabalho "Máfia 2" que estou fazendo, amanhã com certeza continuo o trabalho!
Mudei novamente o layout. Bem mais simples e bonito.
Skater prometeu Máfia 2. Eu tou começando uma nova história.
Além disso, temos uma nova integrante. Aline. Veremos o que ela pode fazer.
Ah, Hellkoala de blog saído do forno. É hellkoala.blogspot.com.
Bom, eu vou contar uma história que aconteceu meses atrás, essa história inclue meu namoro com a Bruna. E esse namoro, que é atual, está indo melhor do que... Batata frita... Hum!
...
Naquele dia, era tarde, resolvi ficar um pouco a sós com a Bruna:
- Oi... Tudo... Bem?- guagejando toda hora, estava com nervos á flor da pele. Derrepente ela disse:
- O que você quer?
- Quero s-saber onde é-é o banhe-eiro.
- Por ali. - ela me olhou como eu tivesse uma face de cagão.
Fui em direção ao banheiro, desviei algumas coisas e fui escondido até Henrique:
- Henrique!
- O que foi?
- Quero ficar com uma menina.
- Porra. Por quê não disse antes?
- Porquê antes eu não gostava dela.
- Hum. Espere aqui! Eu vou no banheiro e lá eu faço o plano.
- Okay.
Peguei uma cadeira e sentei perto da porta do banheiro.
Três horas depois, Henrique pareceu feliz. Saiu do banheiro com papel higiênico na bunda, e avisei:
- Porra... Tem papel higiênico na tua bunda, Henrique! - ele disse:
- Ih, esqueci de... lavar as mãos!
Henrique abriu a porta novamente e disse:
- Então, vamos ao plano "bola"?
- Plano "bola"?
- É que eu estava no banheiro defecando, olhei pra baixo e vi minhas... - Daniel interrompeu:
- Tá, vamos mudar de assunto. O que eu vou fazer nesse plano?
- Como muitos dizem, você é o principal astro.
- Como assim? Muitos? Pra quem você contou?
- Pro teu cachorro... É claro!- suspirei e disse:
- O que eu vou fazer?
- Ah. Você, terá que fingir que está no celular. Deixe que eu faço tudinho.
- Confio em você.
Seis horas depois. Peguei desodorante, escovei os dentes e me arrumei pra grande noite. Desci as escadas do Hotel, fui até o salão de jogos e esperei ela.
"Henrique disse preu fingir que tô no celular. Pois é o que vou fazer!".
Peguei o celular do bolso e coloquei no meu ombro. Apoiei minha cabeça, e vi Henrique descer com ela, mas eles foram pro salão de sinuca.
Tá, eu pensei: "Que o Henrique vai fazer?"
Esperei sentado, não demorou muito. E vi ela vindo... Ela me deu um beijo na bochecha e pensei: "Que merda. Quero mais!".
O Henrique ficou pedindo preu beijar ela, um beijo francês.
Ao contrário, ela que me beijou.
Ao longo do beijo, eu pensei: "Êta, menina safada!".
...
No outro dia, acordei com um estrondo. Porra, era o Henrique! E a mina peituda dele. (Não disse isso)
Fui até a Bruna, e toquei na campainha. Um forte homem com músculos atendeu:
- O que é? - logo pensei: "Puta que pariu, esse é o pai da Bruna?" e disse:
- Sua filha pediu emprestado um CD, e quero saber onde ela está... Será que o senhor...
- Ela está na piscina.
- Obrigado.
Saí assustado.
...
Uma réplica exata do que eu estou trabalhando, quando terminar eu ponho tudo aqui.
Em breve...